Fácil...
É sabermos quando estamos apaixonados:
O trânsito na cidade flui suavemente,
O custo de vida, adormece nos braços da inércia,
A Primavera renasce dos escombros da memória,
Há passarinhos em recitais de música celestial,
Romarias em "Verão de nosso descontentamento",
Jornada gloriosa pelos caminhos da ternura...
Difícil...
É apagar o sorriso tonto estampado em nosso rosto.
(em desespeo, a Arte pode ser dispensável...
o AMOR, nunca!)
Raul Leite, Agosto de 2015
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