À fluência de teu discurso...
Responde a profundeza de teu decote:
Rotundo e iracundo é o teu mundo.
Além de teu nariz rubicundo.
Teu decote profundo...
Não é adorno nauseabunbo...
É o teu mundo a um passo do fundo.
(espécie de filme sueco sem legendas)
Raul Leite, 28/01/2016
Assuntos indiferenciados. Tentativa de me obrigar a escrever um poema todos os dias úteis (nos dias inúteis, transformo-me num zombie...como os demais)
terça-feira, 7 de junho de 2016
Tempos de então
Já naquele então...
Era acometido de íntimos tremores
No alvoroço de tua presença.
Estranhos são os desígnios da paixão,
Estranha é a força que nos devora
Estranha é a vigília da noite sonhada.
Já naquele então...
Despertei para a conclusão:
Quando o amor fala mais alto...
Logo o silêncio se cala.
Raul Leite, 21/03/2016
Era acometido de íntimos tremores
No alvoroço de tua presença.
Estranhos são os desígnios da paixão,
Estranha é a força que nos devora
Estranha é a vigília da noite sonhada.
Já naquele então...
Despertei para a conclusão:
Quando o amor fala mais alto...
Logo o silêncio se cala.
Raul Leite, 21/03/2016
Estou e não estou 2
Entrei ...e trouxe-me comigo...
Longe ficou o eu de mim separado,
Mas bem perto do teu EU que vive em mim.
Renasço se consigo estar comigo,
Mais a figura que o espelho me dá,
e das máscaras que dentro de mim albergo.
Poucos são os que se despem...
Se descobrem...e se acham.
Fiéis ao dogma Brechtiano:
"Eu sou eu...e a personagem"!
Raul Leite, 29/05/2016
Longe ficou o eu de mim separado,
Mas bem perto do teu EU que vive em mim.
Renasço se consigo estar comigo,
Mais a figura que o espelho me dá,
e das máscaras que dentro de mim albergo.
Poucos são os que se despem...
Se descobrem...e se acham.
Fiéis ao dogma Brechtiano:
"Eu sou eu...e a personagem"!
Raul Leite, 29/05/2016
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