Falem-me do poeta...
E logo a vaidade se cala
Para celebrar a solidão.
Diz-me da vida e da morte...
O poeta olha na direcção da luz
E deixa as sombras para trás.
Diz-me do certo e do errado...
O poeta faz uma pirueta...
E fica com a virtude...do meio!
Diante do vazio e do silêncio...
O poeta regressa à nave mãe
E casa em segredo com a poesia.
Raul Leite,Maio de 2016
Assuntos indiferenciados. Tentativa de me obrigar a escrever um poema todos os dias úteis (nos dias inúteis, transformo-me num zombie...como os demais)
domingo, 16 de outubro de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
Filme sueco sem legendas
À fluência de teu discurso...
Responde a profundeza de teu decote:
Rotundo e iracundo é o teu mundo.
Além de teu nariz rubicundo.
Teu decote profundo...
Não é adorno nauseabunbo...
É o teu mundo a um passo do fundo.
(espécie de filme sueco sem legendas)
Raul Leite, 28/01/2016
Responde a profundeza de teu decote:
Rotundo e iracundo é o teu mundo.
Além de teu nariz rubicundo.
Teu decote profundo...
Não é adorno nauseabunbo...
É o teu mundo a um passo do fundo.
(espécie de filme sueco sem legendas)
Raul Leite, 28/01/2016
Tempos de então
Já naquele então...
Era acometido de íntimos tremores
No alvoroço de tua presença.
Estranhos são os desígnios da paixão,
Estranha é a força que nos devora
Estranha é a vigília da noite sonhada.
Já naquele então...
Despertei para a conclusão:
Quando o amor fala mais alto...
Logo o silêncio se cala.
Raul Leite, 21/03/2016
Era acometido de íntimos tremores
No alvoroço de tua presença.
Estranhos são os desígnios da paixão,
Estranha é a força que nos devora
Estranha é a vigília da noite sonhada.
Já naquele então...
Despertei para a conclusão:
Quando o amor fala mais alto...
Logo o silêncio se cala.
Raul Leite, 21/03/2016
Estou e não estou 2
Entrei ...e trouxe-me comigo...
Longe ficou o eu de mim separado,
Mas bem perto do teu EU que vive em mim.
Renasço se consigo estar comigo,
Mais a figura que o espelho me dá,
e das máscaras que dentro de mim albergo.
Poucos são os que se despem...
Se descobrem...e se acham.
Fiéis ao dogma Brechtiano:
"Eu sou eu...e a personagem"!
Raul Leite, 29/05/2016
Longe ficou o eu de mim separado,
Mas bem perto do teu EU que vive em mim.
Renasço se consigo estar comigo,
Mais a figura que o espelho me dá,
e das máscaras que dentro de mim albergo.
Poucos são os que se despem...
Se descobrem...e se acham.
Fiéis ao dogma Brechtiano:
"Eu sou eu...e a personagem"!
Raul Leite, 29/05/2016
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