Só tarde, muito tarde,
-num rasgo súbito de lucidez-
Vi que a verdade e a fortuna
Dormem em sono regalado
Na palma de minha mão vazia...
E no aconchego do teu sorriso!
("até para dizer adeus
é preciso ter as mãos vazias")
Raul leite, Janeiro de 2015
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